A mobilização das forças de segurança que garantiu a tranquilidade das eleições no primeiro turno, em Santa Catarina, se repetiu domingo, 28/10, para a conclusão do pleito eleitoral de 2018. As forças de segurança das esferas municipal, estadual e federal, trabalharam de forma integrada e em parceria com a Justiça Eleitoral. Os representantes dos órgãos envolvidos na operação estiveram concentrados no Centro Integrado de Gestão de Riscos e Desastres, (CIGERD), da secretaria de Estado da Defesa Civil, em Florianópolis.

 

Efetivos das polícias Civil, Militar, Militar Rodoviária Estadual, Corpo de Bombeiros, Instituto Geral de Perícias (IGP), das secretarias de Estado da Justiça e Cidadania, Defesa Civil, Comunicação, Eletrosul e Celesc firam os representantes dos órgãos do Governo do Estado que estiveram trabalhando no Centro de Comando Integrado, no Cigerd. A Guarda Municipal, o Tribunal Regional Eleitoral, Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e as polícias Federal e Rodoviária Federal também tiveram equipes no local.

 

A ação foi coordenada pela secretaria de Estado da Segurança Pública, sendo que em todo o Brasil, a operação foi articulada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP). 
“Santa Catarina foi exemplar no primeiro turno, a sociedade exerceu o direito do voto em um processo extremamente seguro e tranquilo. Continuaremos integrados e atentos para garantir que isso volte a ocorrer agora, no segundo turno”, enfatizou o governador Eduardo Pinho Moreira. 

 

“Temos um histórico de tranquilidade e sempre confiamos nessa demonstração de maturidade do eleitor catarinense”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Alceu de Oliveira Pinto Júnior.

 

 

A operação

 

O CIGERD, da Defesa Civil de Santa Catarina, foi o local escolhido por possuir todas as instalações e suporte tecnológico necessários para a integração e comunicação entre os órgãos envolvidos na operação de segurança das eleições. O Centro de Comando Integrado foi oficialmente ativado no domingo pela manhã.

 

Durante todo o dia, as equipes puderam definir, em conjunto, as ações de planejamento, comando, controle e avaliação do processo eleitoral. Segundo o secretário da SSP, o monitoramento foi fundamental para as situações que vão se modificando ao longo do dia, como as alterações e o fluxo do trânsito para os locais de votação, apuração e pontos de comemoração. 

 

O diretor de Informação e Inteligência da SSP, delegado Antônio Alexandre Kale, destacou como ponto forte da operação, o pilar Tecnologia – Inteligência – Integração. A utilização do sistema “Córtex”, ferramenta disponibilizada pela SENASP, permitiu alimentar e compilar, online, todas as informações e ocorrências referentes ao período de votação. 


“Por meio do sistema, as informações geradas em Santa Catarina estiveram conectadas com a sala de comando nacional, do Ministério da Segurança Pública”, destacou.

PM teve efetivo de mais de 8 mil homens envolvidos na operação

 

A Polícia Militar de Santa Catarina atuou na operação Eleições 2018 com um efetivo de aproximadamente 8,7 mil homens durante e após a votação. O trabalho envolveu desde as restrições mais rigorosas, a partir das 23h de sábado, até após a divulgação do resultado do pleito com os esquemas preventivos para eventuais carreatas e comemorações decorrentes do resultado.

 

O comandante-geral da Polícia Militar de Santa Catarina, coronel Carlos Alberto de Araújo Gomes Júnior, também informou que, devido ao histórico de tranquilidade em pleitos eleitorais no Estado,  Secretaria da Segurança Pública não utilizou o recurso da Lei Seca – que visa coibir o consumo de bebidas alcoólicas durante um determinado período. “Em Santa Catarina, esse não é um problema para a condução e realização do pleito, eventuais ocorrências desse tipo, badernas ou brigas foram  tratados como fatos isolados”, disse o comandante. 

 

No primeiro turno

 

O balanço da operação no primeiro turno foi considerado positivo. Das 82 ocorrências registradas, as duas que mais chamaram a atenção foi uma no Sul de Santa Catarina, onde um eleitor danificou uma urna eletrônica e a denúncia de boca de urna contra um prefeito da Grande Florianópolis.
"Não registramos nenhuma ocorrência de grande monta, ou que não fosse prontamente atendida pelos efetivos atuantes nos locais de votação", frisou.

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