O balanço da operação que mobilizou efetivos das forças de segurança municipais, estaduais e federais para a votação, em primeiro turno, em Santa Catarina, foi considerado positivo e sem graves ocorrências no Estado. Na tarde de 7 de outubro, assim que as urnas foram fechadas, as autoridades representantes das instituições que compõem o grupo de segurança ativado na sede da Defesa Civil catarinense, comentaram as ocorrências e os encaminhamentos realizados.

O secretário de Estado da Segurança Pública, Alceu de Oliveira Pinto Júnior, que coordenou a operação em Santa Catarina, destacou a força de trabalho empregada no esquema de segurança. Ao todo, atuaram cerca de 184 policiais civis, quase dez mil policiais militares, 79 policiais rodoviários federais,  e mais de 140 guardas municipais.

- Não registramos nenhuma ocorrência de grande monta, ou que não fosse prontamente atendida pelos efetivos atuantes nos locais de votação -, frisou.

Das 82 ocorrências, a que ganhou mais repercussão nas mídias foi a denúncia de boca de urna contra o prefeito de Governador Celso Ramos, Juliano Duarte.

O comandante-geral da Polícia Militar de Santa Catarina, coronel Carlos Alberto de Araújo Gomes disse que o pleito atendeu às expectativas, com base em eleições anteriores.

- O catarinense teve um comportamento exemplar e republicano. Nossa mobilização permanece até o término do último evento relacionado com as eleições -, enfatizou o comandante. No âmbito da Polícia Civil, o delegado Luiz Ângelo Moreira informou que todas as delegacias das comarcas trabalharam com efetivos reforçados.

Trabalho integrado com respaldo nacional

O secretário Alceu de Oliveira Pinto Júnior informou que durante uma vídeoconferência com a participação do ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, e do presidente da República Michel Temer, o trabalho integrado desempenhado em Santa Catarina foi elogiado e considerado um exemplo para o restante o país.

- Temos uma estrutura de Estado que permite oferecer à sociedade catarinense um trabalho diferenciado e de qualidade -, acrescentou o coronel João Batista Cordeiro Júnior, secretário de Estado da Defesa Civil, ao mencionar a importância do Centro Integrado de Gestão de Risco e Desastre (CIGERD), para a coordenação de grandes operações no Estado.

A operação

Efetivos das polícias Civil, Militar, Militar Rodoviária Estadual, Corpo de Bombeiros, Instituto Geral de Perícias (IGP), das secretarias de Estado da Justiça e Cidadania, Defesa Civil, Comunicação, Eletrosul e Celesc . A Guarda Municipal, o Tribunal Regional Eleitoral, Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e as polícias Federal e Rodoviária Federal trabalharam com equipes no Cigerd.

Em Santa Catarina, a ação foi coordenada pela secretaria de Estado da Segurança Pública. O modelo inédito de atuação foi articulado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), que assumiu, em todo o país, a organização e coordenação do esquema de segurança para a votação.

 

 

 

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